domingo, 5 de julho de 2009

Porta



Como se ignorasse meu sofrimento o sol brilha forte lá fora,

Como se não soubesse que a saudade mata...

Deitada em meu leito:

Sigo meus devaneios, o amor toma conta de mim!

Olho pela porta entreaberta,

Percebo a solidão chegando sorrateira, malvada.

Viro a cabeça. Tento não notar sua chegada,

Procuro ser confiante.

Da porta também vem uma canção de amor!

Volto no tempo

Sinto o seu beijo suave e sua pele macia.

Dono do meu destino.

Espero em vão que a porta se abra com você chegando para amar...

Mais uma vez vence a saudade.

Nocaute! Choro estendida na lona!

Contagem regressiva!

É o fim!

Reconheço que sou frágil diante dessa dor sem jeito.

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