domingo, 5 de julho de 2009

Horas de solidão



A chuva fina cai e molha meu rosto,

Nos bares da cidade pessoas cantam,

Bebem e afogam suas dores,

Músicas ecoam e como em uma ciranda

Me trazem você .

A solidão dilacera o meu peito como um punhal,

Sinto minha alma saindo de mim,

Me falta o ar, o chão e a vida.

Que dor profunda!

Imagino você chegando...

Tudo se ilumina com a luz de sua presença,

Até as canções soam como hinos de amor,

Então a certeza me domina:

Você é minha vida,

minha força

minha alegria.

2 comentários:

  1. Seus poemas são ótimos. Horas de Solidão está especial. Parabéns.

    Abraços

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  2. muito lindo amei sou muito solitaria

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